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Lipofilling: aumento das mamas sem silicone

28/03/2014



A cirurgia para aumento das mamas é uma das mais realizadas no mundo dentre as cirurgias plásticas. Ela pode ser feita por meio de um implante de silicone ou pela adição de gordura da própria paciente, técnica conhecida como Lipofilling. 

As candidatas à cirurgia para aumento das mamas são pacientes que desejam aumentá- las por razões estéticas, como hipodesenvolvimento do tecido mamário, assimetrias mamárias, perda de volume, ptose (queda) leve mamária após amamentação, após perda de peso e envelhecimento.

O Lipofilling é uma boa opção para pacientes que não querem e/ou não podem por alguma contraindicação utilizar próteses de silicone. A técnica pode ser realizada nas mais diversas regiões do corpo, tanto em cirurgia estética quanto reconstrutora. O aumento da mama é possível pela adição de gordura no parênquima mamário e no tecido celular subcutâneo, com ou sem expansão cutânea prévia, independente da associação de um implante de silicone. A expansão cutânea prévia é utilizada nos EUA através do sistema Brava, que é a utilização de um dispositivo externo na mama a vácuo, semanas antes da cirurgia, que estimula a expansão cutânea, criando um espaço ideal para receber a gordura e, consequentemente, permitindo um volume maior a ser injetado.

Vem se tornando frequente também a associação do implante de silicone a camadas de enxerto de gordura, tanto para correção de irregularidades e assimetrias quanto para oferecer um aspecto mais natural da mama. Não há uma quantidade pré-determinada de volume que pode ser injetado. Vai depender do espaço que a paciente apresentar para receber a gordura na mama e da flacidez cutânea. Pelas técnicas convencionais, o volume preconizado a ser injetado é aproximadamente 200 ml em cada mama ou quando ela estiver firme, mas esse volume é variável.

A gordura pode ser retirada de diversas áreas, normalmente de regiões onde ela está em excesso no organismo, como abdômen, flancos, dorso, culote, coxa e joelho. Desta forma ocorre a combinação de uma lipoaspiração, que pode ser significante em determinados casos.

O procedimento de Lipofilling se dá por pequenas incisões, em torno de 0,5 cm. Normalmente cicatrizam bem e ficam escondidas na marca do sutiã. Na primeira semana pós-operatório, as mamas podem ficar com roxos, edema, tensas e levemente avermelhadas. Esses sintomas melhoram bastante após a primeira semana. É recomendado manter o curativo e o sutiã entre 7-10 dias para imobilização, ajudando assim na integração da gordura. Pode haver também roxos e dores nas regiões de lipoaspiração , sendo bem controlada com medicamentos e drenagem linfática. O retorno às atividades normais se inicia por volta do décimo dia.

Uma das desvantagens da técnica é que parte dessa gordura normalmente é reabsorvida pelo corpo. Os estudos mostram que 30% da gordura injetada é absorvida. O cirurgião pode injetar – quando possível – um pouco a mais no momento da cirurgia, já contando com a absorção. A paciente deverá esta ciente da possibilidade de mais um procedimento no futuro.

Como vantagens, a possibilidade de utilizar gordura própria, diminuindo custos do implante e das complicações inerentes ao silicone. Além disso, as cicatrizes bem menores e puntiformes. Cada caso deve ser sempre avaliado isoladamente, mas o Lipofilling já é uma ferramenta relevante no arsenal terapêutico e estético do cirurgião plástico.

Procure sempre um profissional membro titular ou especialista da SBCP.



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